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7 tendências em segurança que a tecnologia ajudou a criarPostado em: 20 de janeiro de 2020

De fechaduras digitais a cercas virtuais, equipamentos e softwares estão cada vez mais sofisticados

 

Para quem está decepcionado que 2020 chegou e ainda não há carros voadores nas ruas, novidades na área de segurança provam como a tecnologia nunca para de avançar e é capaz sim de transformar a rotina. Nesse caso, ela se torna inclusive uma aliada na proteção de casas, escritórios e na formação de cidades mais seguras. Conheça algumas tendências do campo da segurança que só foram possíveis graças à inovação:
1 – Fechadura digital
Quem mora nos grandes centros já deve ter reparado nas fechaduras digitais, cada vez mais comuns em escritórios, salas comerciais e até mesmo residências. A tradicional fechadura com chaves é substituída por uma com sensor, que abre mediante a digitação de uma senha escolhida pelo morador ou proprietário. Alguns sistemas oferecem o uso de chaveiros (também equipados com sensores), que abrem a porta por aproximação. Além da segurança, as fechaduras são consideradas práticas, pois evitam o acúmulo de chaves.
3 – Portaria virtual
Também já disponível no Brasil, a portaria virtual consiste em um sistema que combina rede de câmeras e recursos como biometria para permitir a entrada e saída de moradores. A identificação pode ser feita também por aplicativos, com QR Codes, a depender do serviço contratado. Uma central de segurança monitora as entradas de forma remota e controla o perímetro do prédio por câmeras via internet. Além do aumento na segurança, outra vantagem é a redução de custos. Em condomínios onde a quantidade de apartamentos é pequena, os custos com porteiros acabam sendo maiores. Com a portaria virtual, a tendência é que haja uma redução na taxa condominial.
3 – Monitoramento com drones
O uso de drones para fins recreativos e profissionais é outra tendência crescente no Brasil. Em janeiro de 2019, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) havia registrado 62.048 drones. Em dezembro do mesmo ano, já eram 79.671. No caso da segurança, a vantagem do uso desses equipamentos é que as câmeras costumam ter alta resolução e gravam amplas áreas, o que não é possível com um sistema de monitoramento fixo, por exemplo. É uma ótima opção de segurança para quem mora em condomínios maiores, com espaços comuns afastados da portaria central, além de fazendas, chácaras e sítios.
4 – Inteligência artificial
O uso da inteligência artificial na área de segurança é vantajoso porque ajuda a minimizar possíveis erros humanos. Condomínios onde há uma grande quantidade de câmeras, por exemplo, podem se beneficiar desse recurso. Em uma central de monitoramento com cerca de 100 câmeras, é muito difícil que uma equipe pequena de operadores consiga monitorar todas ao mesmo tempo. Câmeras inteligentes podem ler informações das imagens e ajudar a monitorar entradas e saídas de pessoas e veículos.
5 – Cerca virtual
A cerca virtual nada mais é do que um aplicativo que delimita, via GPS, um perímetro onde o objeto que está sendo monitorado deve circular. Por exemplo: se você tem um familiar que, todos os dias, faz o mesmo trajeto do trabalho para casa, pode delimitar a cerca para aquele trecho. Se o veículo sair do perímetro, o aplicativo emite um alerta para o smartphone do usuário que está monitorando.
6 – Sistema de reconhecimento de placas
O sistema de reconhecimento de placas é desenvolvido para facilitar a identificação de veículos por meio das câmeras de monitoramento. Ele consegue reconhecer a placa e registrar junto com uma foto do carro. O sistema é útil em empresas e condomínios com grande fluxo de veículos.
7 – Alarme “infernal”
A tecnologia funciona como um alarme que afasta os ladrões ou possíveis invasores por conta de seu barulho “infernal”. Alguns sistemas emitem sons que podem chegar próximos de 120 decibéis (para se ter uma ideia, um volume seguro de som contínuo é de 80 decibéis). Equipados com sensores, os alarmes disparam quando há movimentação estranha, emitindo um som agudo que dificulta a permanência do indivíduo no local.
Fonte: G1