Outro ponto levantado por Bortoluz na defesa do projeto e que chama a atenção é o baixo número de câmeras de monitoramento que estão funcionando na cidade. Segundo ele, menos da metade.

— São 51 câmeras espalhadas pela cidade e integradas ao Ciosp. Porém, posso dizer, sem nenhuma dúvida que 25 é que estão funcionando e não da maneira como deveria, pelo tempo (de uso) e questão de manutenção. Então, esse projeto de lei também chega com esse intuito — ressalta.

Com relação à privacidade das imagens, Bortoluz afirma que o texto deixa claro que a utilização de capturas e tomadas no interior de residências e espaços de lazer de uso privado, além da exibição das gravações a terceiros, está vedada. A lei 89/2021 está sendo encaminhada para analise do prefeito Adiló Didomenico.

 

Fonte: GZH