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Dica de segurança para comprar celular usado e não responder por crimePostado em: 24 de janeiro de 2020

Acredite se quiser, cerca de 30% dos crimes de roubo/furto em São Paulo têm como alvo o smartphone.

Quase 12.000.000 de celulares foram bloqueados por vítimas de bandidos nos últimos 12 meses no Brasil. Parte desses aparelhos vão para presídios, mas a maioria circula de alguma forma na sociedade, sendo vendidos através de ambulantes, pela internet e até trocados por drogas ilícitas. Antes de adquirir celular usado, é importante verificar a procedência.

 

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Inicialmente, peça a Nota Fiscal do aparelho. No entanto, muita gente se desfaz da documentação acreditando não ter mais utilidade. Se o vendedor não tiver NF, caberá o comprador realizar consulta. Para isso, indico o portal https://www.consultaaparelhoimpedido.com.br/public-web/welcome, onde o interessado terá que informar o IMEI do aparelho, que é composto de 14 números.

IMEI é a sigla em inglês de International Mobile Equipment Identity, que em português significa “Identificação Internacional de Equipamento Móvel”, em outras palavras, é o número do chassi de um celular. Esse número está visível na nota fiscal de aquisição, na etiqueta colada no aparelho, que é avistada ao retirar-se a bateria, ou, ainda, na maioria deles, na tela, ao se digitar no teclado o código *#06#.

 

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Acessando o link acima, terá informação se o aparelho possui ou não alguma restrição.

O leitor também deve desconfiar de preços muito baixos e de pessoas que abordam na rua desejando vender com insistência, pois, provavelmente, são usuários de drogas que roubaram e querem vender rapidamente para adquirir mais entorpecentes.

Para finalizar, saiba que na hora de registrar Boletim de Ocorrência de furto/roubo/perda de celular, será solicitado que a vítima informe o IMEI do aparelho para fazer constar no banco de dados.

JORGE LORDELLO