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Segurança digital: a prevenção é mais barata que a cobertura dos danos para as empresasPostado em: 13 de julho de 2021

Risco de ataques vai de pagamentos de multas até a fechamento de companhias; tecnologia como Intel Hardware Shield pode ajudar

 

A cada minuto, 347 mil novos Stories são postados no Instagram, 147 mil fotos são publicadas no Facebook e 41 milhões de mensagens são trocadas no WhatsApp pelo mundo. O levantamento realizado pela empresa Domo, especializada em computação na nuvem, mapeia os dados globais da internet e dá as dimensões do volume de informações que transitam na rede. Nesse contexto, ganha relevância a necessidade de segurança digital, especialmente em um momento em que os usos pessoal e profissional estão compartilhados.

A pesquisa também revela o alto volume de dados no mercado corporativo: a cada 60 segundos, 208 mil pessoas participam em conferências por meio do Zoom, por exemplo.

Em um universo tão amplo e dinâmico, é um risco real que aconteçam problemas de segurança. Nos primeiros meses desse ano, dois megavazamentos de dados privados assustaram o Brasil. Em janeiro, veio à tona a exposição na internet de 223 milhões de CPFs de pessoas vivas e falecidas. Em seguida, o vazamento de quase 103 milhões de registros de celulares também foi notícia.

Em entrevista recente, Marco DeMello, CEO da PSafe, empresa líder em cibersegurança na América Latina, disse que esses megavazamentos evidenciam que o mundo vive duas pandemias: uma de covid-19 e outra “de ciberataques”.

“O Brasil tem uma defasagem muito grande entre a sua posição econômica e a sua posição em termos de cibersegurança. É a 8ª maior economia e o penúltimo, dentre 47 países monitorados, em velocidade de detecção de vazamento de dados”, disse.

Para os especialistas no assunto, este cenário acende uma luz vermelha sobre o tema. Ainda que uma evolução esteja em andamento, a prevenção contra vazamento de dados está muito mais na mão das empresas — e pode sair mais barata do que remediar os danos.

Em suma, há um risco de continuidade dos negócios: um ataque cibernético pode levar ao fechamento das portas caso a empresa não esteja preparada para recuperar backups, por exemplo.

As multas que podem ser cobradas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados, por sua vez, podem impactar sobremaneira os resultados financeiros da companhia.

“Além disso, é importante notar que a confiança dos clientes diminui conforme acontecem incidentes cibernéticos, o que pode fazê-los buscar empresas concorrentes. Problemas de reputação causam prejuízos para além de dados vazados ou multas, podem reduzir o valor de mercado de uma companhia e sua imagem junto aos clientes”, explica Pedro Silveira, vice-presidente de Vendas e Marketing da GC Security.

 

Fonte: InfoMoney