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Startup fatura milhões com tecnologia voltada à segurança dos condomíniosPostado em: 18 de novembro de 2019

Ideia de negócio: segurança digital dos condomínios

Beal trabalha desde os 11 anos de idade. Técnico em eletrônica, abriu sua primeira empresa aos 21 anos de idade, no interior do Paraná. O negócio instalava alarmes e câmeras, mas não crescia porque não tinha recorrência de compra, diz o empreendedor. Beal depois se mudou ao Mato Grosso para se tornar franqueado de uma empresa de monitoramento, um modelo com pagamentos mensais.

Ficou na rede até 2012, quando percebeu uma oportunidade no mercado de segurança para condomínios. “Os prédios não conseguiam ter um controle efetivo de acesso com sistemas tradicionais, como portaria. Queria aplicar inovação e tecnologia para evitar entradas indevidas”, diz Beal.

A startup fornece o hardware e o software de segurança para os prédios. Os moradores entram ao scanear QR Codes e recebem notificações no celular de quando um visitante seu chegou ao condomínio. “Tiramos a responsabilidade do porteiro e a repassamos ao morador”, diz Beal.

A Kiper diz reduzir os custos do condomínio com portaria pela metade, uma economia anual média de 100 mil reais. Enquanto a Kiper cuida da tecnologia, o atendimento é feito por meio de empresas licenciadas – como a própria Porter do Brasil.

Os condomínios pagam tanto para Kiper quanto para o licenciado mensalmente, como uma prestação de serviço. Essa cobrança parte de seis mil reais. A startup afirma atender condomínios com até 500 apartamentos e estima seu mercado endereçável em 125 mil condomínios, de 265 mil conjuntos residenciais do tipo no país.

A Kiper atende 1 mil condomínios hoje. Criada em janeiro de 2015, a startup começou a faturar um mês após sua fundação. Em 2018, faturou 14,8 milhões de reais. Para 2019, projeta ganhos de 21 a 22 milhões de reais.