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Vigilantes de tribunais superiores denunciam abuso em treinamento de segurança no DFPostado em: 12 de fevereiro de 2020

Vigilantes que afirmam trabalhar no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior do Trabalho (TST) foram alvo de um “trote” no último sábado (8) enquanto passavam por um curso obrigatório de reciclagem em uma academia em Ceilândia, no Distrito Federal.

A confusão foi registrada em vídeo. Os trabalhadores afirmam que, enquanto faziam uma prova, foram trancados em uma sala onde haviam sido detonadas bombas de gás lacrimogêneo. Eles também teriam sido impedidos de sair do local por instrutores e colegas de outros cursos.

Alguns participantes ficaram feridos. Um deles também teve um tablet quebrado durante a ação. Uma ocorrência foi registrada por um dos vigilantes na 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá. Já o sindicato da categoria afirma que vai prestar queixa na Polícia Federal.

A escola de formação Peritus, onde o curso ocorreu, disse que não havia funcionários envolvidos no “trote”. Um gerente da empresa informou que a “ideia de ataque foi de alunos de outras turmas” e que, após analisar as câmeras do circuito interno de segurança, a escola vai denunciar o responsável por dispersar gás lacrimogêneo.

Desde a noite desta segunda-feira (10), a imprensatentou contato com as empresas Spartacus e Multiserv, responsáveis pela contratação dos vigilantes. O STF disse que nenhuma das companhias presta serviços para o tribunal.

Fonte: G1